Simples Nacional ou híbrido: qual escolher para 2027?
TRIBUTÁRIO
9/8/2026


Simples Nacional: regime tradicional ou híbrido para sua empresa?
Empresas do Simples Nacional têm até 30 de setembro de 2026 para optar pelo recolhimento do IBS e da CBS pelo regime regular, fora do DAS, com efeitos para o primeiro semestre de 2027. Essa combinação é conhecida como Simples híbrido: os demais tributos continuam no regime simplificado.
Quem já está no Simples e deseja manter o IBS e a CBS dentro da guia única não precisa realizar uma opção específica para isso. Mas vale avaliar qual modelo faz mais sentido para o negócio.
Quem vende principalmente para o consumidor final
Como ponto de partida para a análise, considere empresas que atendem pessoas físicas e possuem poucos gastos capazes de gerar créditos tributários.
É o caso, por exemplo, de muitos médicos e dentistas que atendem pacientes particulares. Nesse perfil, manter o Simples tradicional pode ser mais interessante: o cliente final não utiliza créditos, e as compras da empresa podem oferecer pouco benefício para compensar a mudança.
Essa é uma hipótese para simulação, e não uma conclusão automática para toda a categoria.
Quem vende para outras empresas
O modelo híbrido merece atenção entre comércios e fornecedores que vendem para outras empresas, especialmente quando possuem compras relevantes de mercadorias ou insumos que geram créditos.
A análise envolve dois lados: os créditos que a própria empresa poderá aproveitar e aqueles que seus clientes, quando sujeitos ao regime regular, poderão utilizar nas aquisições. Esses fatores podem influenciar a competitividade do fornecedor.
Por isso, vender para outras empresas é um sinal para aprofundar os cálculos. A escolha deve considerar carga tributária, compras, margens, perfil dos clientes e obrigações adicionais.
Uma providência essencial: converse com seus parceiros comerciais
Além de simular os tributos, revise os contratos com fornecedores e compradores. Converse sobre como cada parte pretende se adaptar e avalie possíveis efeitos sobre preços, condições de pagamento e aproveitamento de créditos.
Uma escolha aparentemente vantajosa para a empresa pode exigir ajustes nas negociações com seus clientes.
Antes de decidir, reúna os dados do negócio e busque uma análise tributária individualizada. O objetivo é escolher com segurança e preservar relações comerciais valiosas.


Simples Nacional: regime tradicional ou híbrido para sua empresa?
Empresas do Simples Nacional têm até 30 de setembro de 2026 para optar pelo recolhimento do IBS e da CBS pelo regime regular, fora do DAS, com efeitos para o primeiro semestre de 2027. Essa combinação é conhecida como Simples híbrido: os demais tributos continuam no regime simplificado.
Quem já está no Simples e deseja manter o IBS e a CBS dentro da guia única não precisa realizar uma opção específica para isso. Mas vale avaliar qual modelo faz mais sentido para o negócio.
Quem vende principalmente para o consumidor final
Como ponto de partida para a análise, considere empresas que atendem pessoas físicas e possuem poucos gastos capazes de gerar créditos tributários.
É o caso, por exemplo, de muitos médicos e dentistas que atendem pacientes particulares. Nesse perfil, manter o Simples tradicional pode ser mais interessante: o cliente final não utiliza créditos, e as compras da empresa podem oferecer pouco benefício para compensar a mudança.
Essa é uma hipótese para simulação, e não uma conclusão automática para toda a categoria.
Quem vende para outras empresas
O modelo híbrido merece atenção entre comércios e fornecedores que vendem para outras empresas, especialmente quando possuem compras relevantes de mercadorias ou insumos que geram créditos.
A análise envolve dois lados: os créditos que a própria empresa poderá aproveitar e aqueles que seus clientes, quando sujeitos ao regime regular, poderão utilizar nas aquisições. Esses fatores podem influenciar a competitividade do fornecedor.
Por isso, vender para outras empresas é um sinal para aprofundar os cálculos. A escolha deve considerar carga tributária, compras, margens, perfil dos clientes e obrigações adicionais.
Uma providência essencial: converse com seus parceiros comerciais
Além de simular os tributos, revise os contratos com fornecedores e compradores. Converse sobre como cada parte pretende se adaptar e avalie possíveis efeitos sobre preços, condições de pagamento e aproveitamento de créditos.
Uma escolha aparentemente vantajosa para a empresa pode exigir ajustes nas negociações com seus clientes.
Antes de decidir, reúna os dados do negócio e busque uma análise tributária individualizada. O objetivo é escolher com segurança e preservar relações comerciais valiosas.
